sábado, 29 de novembro de 2008

Letter for You, Letter for me.

I don´t want you to see my reaction
While I´m reading your heart
Please don´t get too desapointt with me
But I can´t die with your feelings, tonight

Stay Away
Let me Finish my dead and hallow letter
It´s my turn to feel light
To turn you guilty

(Be happy for be my lovely song
Be happy for be unforgetible
Be happy for be speacil in somewhere
Inside me )

My Dear,
I had to write you
Over and Over again

What I´ve been praticing
Over the years
But I still can´t say that I hate you

I am the poetry
I need love (I need more)
I need tears (I need less)

You are my undying star
I need love (I need less)
I need tears (I need more)

Keep Shining
Even i´m not missing
Keep here
Even i´m not needing

Risos.

O meu sorriso está sempre nos teus. E só de encontro ao teu que ele se revela, a cada minuto. No meu riso estão todas as suas palavras passadas, o seu humor, o seu jeito e a sua cor. Eu me destraio sem querer, a todo estante. E quando estou contigo, isso é frequente. Eu esqueço de pensar e preciso de tempo para responder o que você me pergunta. Eu esqueço de ouvir a suas palavras, e ouço apenas o timbre da sua voz. Na minha cabeça eu me pergunto se você sabe como você fica bem com esse pijama azul. Se você sabe que seus olhos brilham tanto, que eu gostaria de olhá-los por todo o tempo. O jeito que as palavras dançam na sua boca.

Eu não entendo como demonstrar algo, então uso a única habilidade natural que eu conheço: eu rio. Eu rio quando estou constrangido por estar ao seu lado.
Eu rio quando estou encantado.
Eu rio quando você faz algo engraçado.
Eu rio quando você imita uma criança, porque você consegue ser tão puro.
Eu rio quando você sorri pra mim.
Eu rio a todo tempo.
E cada vez que eu rio, eu afirmo mais.
Eu rio porque te amo. Eu rio porque eu amo estar ao seu lado. Eu rio porque você me faz sorrir.

Aquelas três palavras estão bem guardadas embaixo do meu travesseiro
Te vejo nos meus sonhos,
Eu tenho que me apegar nisso e acreditar que ainda vale
Te vejo ao acordar

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Você.

Sou confuso, pensativo e completamente apaixonado. Três coisas que dificultam saber a verdade. Mas há um lugar onde eu não fico tão confuso, um lugar onde que eu sempre estou pensando, um lugar pelo qual eu sou completamente apaixonado. Como alguém pode me dizer que aí não é o meu lugar?
Mas quando eu tenho que ir embora. Eu sempre me convenço que vai ser melhor, um dia eu volto. E eu sempre volto. Mas agora, sozinho. As letras se embaralham, e eu não sei o que pensar.
Há sempre um lado de mim olhando para o meu pior, o pessimísta dentro de mim. Ele não seria capaz de entender que nosso caso é raro. Ele não seria capaz de entender que o que eu sinto, ninguém mais sente. Ele não seria capaz de ver a perfeição que você se transforma ao meu lado.

Sou confuso, pensativo e completamente apaixonado. E um tanto repetitivo, as vezes. Mas amanhaceu há tão pouco e você mal saiu do meu sonho e meus olhos já estavam abertos. E a cada dia que passa, eu sinto que eu nunca vou afastar isso de mim. Porque não é o amor que te torna, aos meus olhos, um herói. Eu te amo totalmente, incrivelmente, incansávelmente, inexplicavelmente por ser quem és. Você que tem os poderes, que controla todos os meus sentimentos. Desculpe-me pela indiscrição, mas o amor não lhe transforma, não o melhora. Você capaz disso. Você me faz beber desse amor, você me faz agradecer por estar ao seu lado, que me faz rir com a sua voz alterada.

Não existe essa de amor. Existe apenas você. E existe eu.
E o que eu sinto por você. E o que eu respiro por você.
E todo o resto...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Verdade Absoluta.

Cada pessoa tem sua própria imensidão, seus fantasmas e suas verdades, tão questionaveis, tão escondidas dentro dos olhos. Alguns deles, são tão fáceis de ver. Eles são tão transparentes, demonstram rapidamente todos os sonhos fracassados, mas além disso, os que conseguem, brilham intensamente. Eles são capazes de te convencer, de te mostrar a sua verdade, a sua natureza.
Dentro de cada olhar, há uma certeza mesmo que dúvidoza. É completamente cheia de contradições, mas é nesse lugar tão imenso que cada um constroí o seu úniverso. O jeito de ver o mundo, de julgar o certo e o errado, o bonito e o feio, a verdade e a mentira. Você pode fazer qualquer hipocrísia, uma verdade absoluta. E esses olhos, hoje, me soam completamente puros. Eu poderia me olhar no espelho, mas não sou capaz de me julgar, por mais impessoal que eu tente ser. Por mais frio que eu fale de mim mesmo, e por mais desapegado do meu auto-amor eu esteja. 'Suas ameixas me inspiram ser alguém melhor'. Um sussuro. Escondido atrás de milhões de palavras rosadas pela minha vergonha de contar-lhe os meus sonhos, as minhas verdades e a cor que meus olhos assumem ao seu lado. Obrigado por me ajudar a construir um universo com tantas coisas bonitas. E a mágia que cerca meus olhos, eu não quero perdê-la.
Meus olhos. Meus olhos estão queimando. Você seria capaz de me fazer chorar de felicidade, só por existir. Só por respirar. E eu tento tanto te dizer as coisas, mas nunca soam como eu queria. Você tem que saber, hoje a noite, que você é perfeito, nos meus olhos. E o jeito como a realidade reflete em mim, ela brilha. Pode não ser uma verdade universal, mas dentro do meu universo, da minha imensidão, no fundo dos meus olhos, da minha alma, você é único.
Por mais que eu tenha que aceitar, (isso soa tão rídiculo), que as pessoas não conseguem enxergar essa beleza. (Eu não posso entender, como...) As pessoas seriam completamente felizes se pudesse enxergar essa realidade. E eu sei que ela não é tão falsa assim. Eu sei que eu não estou alucinando. Eu confesso, eu dou motivos para todos os outros se perderem, porque hoje eu não sei qual seria o sentido de viver, se não pudesse olhar nos seus olhos e tentar decifrar qual o seu universo. O que há por trás dos olhos mais brilhosos do menino que destroí minhas téorias, me esmaga meu senso de realidade e acaba com minha noção de tempo.

São as minhas verdades. Mas a verdade absoluta, sem dúvidas. Sem precisar olhar tanto para os meus olhos. Sem precisar de ameixas. Com um leve tão rosado em minha face eu digo:
EU TE AMO.

domingo, 23 de novembro de 2008

Um monstro dentro de mim.

A noite ele escapa. E me domina, totalmente. Ele se mostra no espelho, ele se mostra na minha voz fraca, em meus olhos e diz coisas. Eu fecho os olhos, e estamos sozinhos. Eu, ele e a escuridão. Não tenho medo dele, em si. Só do que restara de mim. Que parte de mim quer ser igual a ele, que parte de mim já não se tornou um pouco dele.
Se eu me entregasse e aceitasse seria menos doloroso? Abaixo minhas mãos, eu retiro meus pedidos ao céu, que alivie essa dor. E procuro encontrar o meu limite. Talvez, isso liberte e me torne humano novamente. Talvez, no último segundo eu sinta a dor, eu sinta as lagrimas presas, eu seja capaz de não pensar mais. Seja expontanêo. Seja mais uma vez, comum.

De dia eu visto, atoa, uma nova mascára. Como se eu pudesse enganar eu mesmo. Como se o sol ainda pudesse aquecer, algo aqui. O vazio, a indiferença e todo o frio que existe dentro de mim, agora me contornam. Me protejem, me pretendo nesse casulo.
Me vejo sem saídas, sangrar de fora pra dentro, não parece muito útil. Mas pelo menos eu teria marcas visíveis para mostrar e igualar com as outra, escondidas. Pelo menos eu poderia sair na rua sem segredos. Visivelmente, frágil. Humano. Sofrido.

Há um monstro dentro de mim. E ele grita. Ele grita por vida.
E a parte de mim que o protege é mais forte do que qualquer outra. E os meus limites vão muito mais longes do que qualquer força que eu possa ter para quebrá-los.
Há um monstro dentro de mim. Ele tem nome. Ele tem fome.
E eu não sei se seria mais fácil apenas viver assim. Ou se eu gosto de pensar que seria. Eu só sei que ele não se afasta jamais. Mas temo de um dia, ele não me incomodar mais, de me deixar sozinho. De um dia ele se tornar necessário.

De noite ele escapa.
E não falta muito para o sol, que não me aquece, me abandonar.
De noite ele me encontra.
E então, eu faço mais marcas, tentando quebrar meus limites.
Mas no fundo eu sei.
Eu sempre soube.
Você já faz parte de mim, e eu não posso matá-lo, sem morrer junto.

sábado, 22 de novembro de 2008

Sua voz.

Tentaria descrever o mais proximo possivel da realidade. Mas eu não sei em realidade eu me encontro, não sei em que realidade isso seria verdade e em que realidade haveria palavras para descrever a intensidade e a forma que elas soa nos meus ouvidos.


O som que percorre todo o meu corpo, me traz a vida. Mesmo que não faça sentido, só o timbre da sua voz, reconhecido antes mesmo de te conhecer, me preenxe por inteiro. Eu queria explicar o porque eu te ligo todas as noites, mas não queria soar bobo ao dizer que preciso ouvir sua voz antes de dormir. Que preciso sonhar com você, que fecho os olhos enquanto você respira. E mesmo os minutos de silêncio, o poder de saber que você está do outro lado, me torna tão frágil mas ao mesmo tempo tão preparado para encarar qualquer coisa que o mundo me obrigue enfrentar. E o jeito que você escolhe as palavras, ou talvez o jeito que você as diz, pode ser também a alegria, obvía, na sua voz. Ou a sua voz é meiga, por si só.
Gosto muito, particularmente, quando canta. A sua voz é incrivelmente bem humorada, com muitos traços originais e impolgantes. Eu confesso que eu fecho meus olhos, e luto muito para abrí-los quando chega ao fim da música. São desses sonhos que eu não queria acordar. É desses sons que eu me esquento, que eu me conforto, que eu vivo.
Eu não canso de repitir, mas eu gostaria de achar de uma vez por todas, uma forma clara de explicar como a sua voz é apaixonante. É as vezes complemente amigável, como as vezes leva um tom de sarcasmo ou irônia. Sempre carregada de humor. E mesmo quando se arrisca mais, num ar mistérioso eu me encanto. Eu sei que soaria doentio dizer que eu me vicio em sua voz, então para desfaçar eu tento sugerir que você gravasse algumas canções. Eu te ligo todas as noites e quando eu não posso mais pedir pra você. Então, eu fecho os meus olhos, abro bem a minha mente. E a voz em mim. Ela saí dentro de mim. Como um relampago, um clarão, rápido, forte e luminoso. A sua voz já faz parte de mim. E mesmo que eu prolongue esse texto, não há mais palavras ou maneiras de expressar como sua voz é cativante e como ela soaria tão bem nos meus ouvidos, agora.

Carta Aberta [2]

Querido Edward,

Já me perdi, deliberadamente , em meus pensamentos. E me deixei inflûenciar completamente pelos meus sentimentos e pela saudade que eu tenho de te escrever, de detalhar o jeito envergonhado que fico ao seu lado, a segurança implacável que você me traz e o sorriso mais sincero que já fui capaz de emetir. Tudo isso você consegue, com um simples 'Olá'. O seu rosto, como todo o seu corpo, sua anatomia é deslumbrante. Talvez, somente os meus olhos sejam capazes de te enxergar, com essa inrestível e quase inumana beleza. E eu assumo ser completamente egoísta por não mostrar pra ninguém o incrivel poder, capaz de transformar todos os meus sombrios segredos em luz. O poder que você tem sobre mim, é gigantesco. E eu gosto assim.

Você se preocupa demais comigo, e eu nunca me senti tão salvo assim. É incrível como você é capaz de me entender, todo o tempo, sem ler minha mente. Sem ter respostas rápidas, mas você sabe tudo o que eu sinto, o que eu penso, a todo momento.
E por mais perigoso que seja ficar tão perto de você, por mais que eu seja obrigado a fazer uma força sobreumana para vencer a vontade de te agarrar, eu me sinto relaxado ao seu lado.

Acho que meu problema é estar completamente apaixonado. Estar dominado pela romantismo e agora, ser vencido pelo clichê. Misturo outras histórias junto a minha, com outros romances e ponho dento de mim personagens, tão reais quanto a mim.
Enquanto eu não desperto, eu me sinto inteiramente bem com essa ilusão. Nesse sonho eu te transformo em meu. Minhas ameixas são transparentes pra você, e elas são muito brilhosas quando tem o seu reflexo. Quando mostram o seus sentimentos, os seus valores.
Assim faço de você, 'meu' Romeu, 'meu' Tristão, 'meu' Edward. Meu Herói.
Assim te faço a melhor parte de mim.
Assim te faço, ala Brian Kenny.
Assim te faço, inteiramente e eternamente, meu.


Do seu, Michael...Da sua, Bella...
Do seu melhor amigo.
Do seu admirador.